Crianças, Cuidados, Educação, Imunização, Saúde
 
Muitas mamães têm dúvidas sobre as vacinas que os bebês precisam tomar. É normal! Um bebê requer muitos cuidados e a vacinação é um dos principais.

O calendário de vacinação do bebê inclui as vacinas que o pequeno precisa tomar desde que nasce até os 4 anos. O recém-nascido ainda não possui o sistema de defesa forte o suficiente para combater infecções, por isso as vacinas são tão importantes nessa fase. Elas terão um papel fundamental na estimulação das defesas do organismo.

As vacinas podem ser administradas na maternidade, em postos de saúde ou em clínicas particulares. São essas daqui:

Ao nascer: BCG e vacina de hepatite B;


2 meses: Vacina Pentavalente, VIP, VORH e vacina pneumocócica 10;


3 meses: Vacina meningocócica C;


4 meses: Vacina pentavalente, VIP, VORH e Vacina pneumocócica 10;


5 meses: Vacina meningocócica C;


6 meses: Vacina pentavalente e VIP;


9 meses: Vacina de febre amarela;


12 meses: Tríplice viral, vacina pneumocócica 10 e Vacina meningocócica C;


15 meses: VOP, vacina de hepatite A, tríplice bacteriana e tetra viral;


4 anos: Tríplice bacteriana, VOP e vacina varicela.


Fique atenta ao calendário de vacinas, mamãe! Assim, seu bebê vai crescer lindo e saudável. Para maiores informações, acesse o site oficial do ministério da saúde: http://bit.ly/calendarioministeriodasaude


 
0

Educação
Choro manhoso, sem fim, e por vezes – constrangedor, a birra é uma das formas das crianças expressarem o que querem.

Mas o difícil desafio de manter o equilíbrio e acabar com o sufoco, voltando ao status de sossego, cabe aos pais. Só que antes de negociar com os pequenos é preciso entender as birras. Imagine-se sem maturidade suficiente para discernir entre o que é saudável ou não para a sua vida. Você apenas deseja algo que não pode, seja um brinquedo ou comer fora de hora, sair sem dar a mão para ninguém ou simplesmente não querer dormir. A birra começa com a falta de entendimento. Para conseguir driblá-la é preciso que os pais também entendam o seu mecanismo e saibam que nem sempre a criança é teimosa, mas sim, o convencimento não lhe chega de maneira adequada para a idade.

É necessário que os pais e adultos que convivem com uma criança entendam que a sua visão de mundo é completamente diferente, portanto de nada adianta agir com violência, não dar maiores explicações do motivo da negativa ou gritar mais alto que o pequeno. Mas sim, usar de empatia e esforçar-se para compreender o que está por trás da birra a partir da observação e experimentação. Com tentativas que possam vir a solucionar o problema.

Para um adulto pode ser difícil, mas observar o mundo por uma ótica infantil se torna um grande passo para o sucesso do entendimento. Outro passo importante é supor o porquê de o pequeno agir em diversas situações. E o desafio dos pais nessas horas é ter paciência e jogo de cintura para lidar com as cenas de estresse e frustração da criança.

Tentar negociar sendo direto e objetivo costuma surtir efeito. Substituir o ‘não’ que precisa sempre de um porquê por um ‘pare’ em tom imperativo é um modo eficaz de conter episódios desagradáveis. Mas não deixe de mostrar para a criança logo após o que é adequado para aquele momento, assim ela terá um entendimento mais claro do que houve e do motivo para não repetir aquilo.

Outro truque é tentar entender de onde vem a reação para resolver com eficácia. Prestando atenção na criança você saberá o que ela sente na maioria das situações, tendo desta forma a tolerância necessária para cada comportamento e identificar as necessidades. Empatia sempre! E na sequência paciência e muita calma são habilidades necessárias para ajudar a evitar chiliques sem fim. Dialogue toda vez, pois a birra nada mais é do que uma dificuldade de expressão. Quanto mais habituado a conversa desde cedo estiver seu filho, de modo mais fácil ele exprimirá seus sentimentos por meio de verbalizações.  

Crianças emocionalmente mais fortes são criadas quando aprendem desde novinhas a aceitar pequenas frustrações, têm noções de valores como tolerância e o respeito, e são por consequência mais seguras. Mas nada disso se aprende de primeira. É necessário que os pais repitam esses passos até a exaustão! Aprender a ler sinais (fome, sono, frio, canseira) também evita birrinhas indesejadas… Defina até onde seu filho pode ir impondo limites desde muito cedo, assim ele controlará as emoções. Seja firme, direto e claro. Nem sempre sermões fazem efeito. 

0