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Crianças, Cuidados, Educação, Saúde

As crianças geralmente são os espelhos dos pais. São pessoas em quem as crianças confiam, por isso acabarão por absorver a maior parte do que é dito ao seu redor, por isso é importante ter cuidado com o que diz na frente das crianças. Você deve ter ouvido que crianças repetindo o que os pais dizem pode causar constrangimento, certo?

Os adultos devem ter cuidado com o que falam ao redor de qualquer criança, porque eles têm uma forte influência, que pode afetá-las mais profundamente do que você pensa. De um modo geral, eles são a primeira referência das crianças. Portanto, as crianças irão imitar algumas de suas características, como falar, andar e até mesmo alguns hábitos são normais, por isso é importante que as crianças mantenham hábitos saudáveis ​​e benéficos e dêem um bom exemplo.

Então, quando estamos perto de nossos filhos, devemos pensar duas vezes antes de falar em grupos? A resposta é simples: sim. Precisamos ter em mente os valores que queremos transmitir e encontrar uma forma adequada de transmiti-los, para que, no futuro, quando as crianças forem adolescentes e futuros adultos, com certeza colham bons resultados.

As crianças são como esponjas: absorvem tudo ao seu redor. Portanto, usar palavrões ou expressar preconceito, falar de política indevidamente, xingar ou tirar sarro de alguém podem facilmente fazer parte do vocabulário de uma criança. Por ponto de vista psicológico, é difícil fazer esquecer o que ela ouviu.

Em muitos casos, as crianças só precisam ouvir as palavras uma vez, podendo manter isso em mente e repeti-las indefinidamente em várias situações, causando momentos constrangedores.

Outra coisa desnecessária é criticar a criança na frente de outras pessoas que a observam. Por exemplo: é tolice dizer que a criança faz xixi na cama ou que tem um desempenho ruim na escola. Normalmente, esses comentários são seguidos de outras coisas depreciativas, que afetam a psicologia das crianças e minam sua confiança e auto-estima. Não transforme a crítica à atitude de seu filho em uma situação pública.

A TV

A maioria das crianças passa muito tempo em frente à TV, assistindo a filmes, desenhos animados e inúmeros programas. Não nos oporemos ao uso da televisão no dia a dia das crianças, porque reconhecemos que isso faz parte do momento de descanso e entretenimento, que também é importante para as crianças pequenas. No entanto, os pais precisam entender o que seus filhos estão consumindo.

É inegável que a televisão pode ser uma fonte de conhecimento e aprendizagem – incluindo coisas boas e inadequadas. A linguagem das novelas, filmes fora da faixa etária correta, por exemplo, podem usar palavras e ideias desnecessárias (ou incorretas) para sua idade para incutir o vocabulário e as ideias de seus filhos. A publicidade infantil também é um perigo persistente na televisão porque afeta a alimentação infantil e o consumismo. Para eles, é difícil distinguir entre fantasia e realidade apresentada na televisão, por isso todo cuidado e controle são necessários.

De acordo com a American Academy of Pediatrics (AAP), a exposição excessiva a programação inadequada durante a infância e adolescência pode levar a comportamento violento, baixo desempenho acadêmico, baixa autoestima, obesidade e até mesmo ao uso de drogas.

Você evoluindo com as Crianças

Ser pai também é um processo de aprendizagem e evolução. Como espelho, os pais, é extremamente importante para o progresso de um indivíduo. Por meio de bons hábitos e doutrinas, boas lições serão ensinadas às crianças e cultivarão cada vez mais cidadãos conscientes e humanos. Estão demonstrando através desse ato que se importam com o desenvolvimento e o psicológico dos filhos.

Nem sempre é possível manter os filhos afastados de linguagem imprópria ou pensamentos impróprios, mas se os pais forem um bom espelho e mantiverem uma ligação consistente com os filhos, poderão estabelecer um diálogo sobre os motivos da inadequação das coisas. Bons hábitos, bons modelos, controle de comportamento e cumplicidade, todos esses projetos se inter-relacionam e formam uma rede, e se bem administrados, contribuirão positivamente para o crescimento e evolução de qualquer criança.

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Crianças, Educação

Desde a infância o incentivo da leitura é muito importante para que as crianças cresçam com discernimento, sabedoria e conhecimento. Ao ingressar na leitura, os pequenos conhecem outros mundos e desenvolvem suas capacidades imaginativas.

A influência dos pais e educadores nessa fase constrói um sólido e saudável hábito que será carregado pelo resto da vida.

A seguir, estará descrito alguns pontos que servirão para esclarescer a importância da leitura desde a infância. Assim, aprenderemos como conduzir melhor essa atividade na vida dos pequenos. 

O impacto da leitura na vida de uma criança


O hábito de ler cultiva a interação das crianças com o meio ambiente e promove sua compreensão do mundo. Portanto, devemos estimular a familiaridade desde o primeiro ano de vida.

A literatura desperta a criatividade e habilidades diversas, como o aumento da criatividade, da linguagem e do vocabulário. Além disso, pode ser uma forma de apresentar diferentes questões culturais e éticas de uma forma interessante. Dessa forma, as crianças podem compreender melhor o problema e desenvolver facilmente suas emoções. Veja o que você pode fazer para encorajar esse hábito.

Crie uma rotina de leitura

Muitas coisas boas na vida merecem ser um hábito saudável e contribuir para o desenvolvimento pessoal. Portanto, a leitura precisa ser introduzida normalmente no cotidiano das crianças. Portanto, não deve ser imposto e fornecer algo negativo. 

O ideal é começar com trabalhos pequenos e simples para manter a atenção das crianças e respeitar o tempo que conseguem manter o foco. Além disso, preste atenção aos tópicos que eles acham mais interessantes e incentive-os (à sua maneira) a ler essas histórias. 

Pergunte sobre personagens da história e o que aconteceu com eles para que as crianças se sintam mais envolvidas no livro. A hora da leitura deve ser agradável e pode ser uma ótima oportunidade para fortalecer relacionamentos, especialmente para os pais que passam a maior parte do tempo no trabalho.

Conheça os estágios da criança leitora

Muitos fatores afetam o estágio de leitura das crianças, como idade, conhecimento de leitura e maturidade (psicológica e emocional). Sua faixa etária definirá a seleção de trabalhos mais adequada, mas cada criança tem seu próprio desenvolvimento.

No entanto, você pode seguir as seguintes classificações de idade para evitar erros:

De 10 meses a 2 anos: A história deve ser simples, curta e rápida. Além disso, precisa de muitas impressões coloridas atraentes. A diferença pode ser o material utilizado para fazer a obra, como plástico ou tecido, bem como a presença de bonecos e outras interações com os livros.
De 2 a 3 anos: O texto deve ser simples (estático) e o número de palavras é pequeno, mas o enredo pode ser um pouco mais profundo, de preferência relacionado ao dia a dia das crianças. O formato pode ser variado, como livros com canções ou bonecos mais complexos, para que possam lembrar mais facilmente as novas palavras que aprenderão com a leitura.
De 3 a 6 anos: os livros precisam ter histórias elaboradas e que abordam temas relacionados ao convívio familiar e escolar. Nessa fase, já podem ser apresentados quadrinhos e livros com dobradura.

Incentive o contato com os livros

Deve ser exposta aos livros em casa desde a infância, pois só assim as crianças podem conhecer e ter acesso aos livros. São inúmeros os livros adequados para as crianças lerem, com plásticos, texturizados, maleáveis e coloridos. Em casa, o fácil acesso aos livros é importante. Eles podem ser expostos em estantes, centros, em meses ou prateleiras baixas que se ajustam à altura de seu filho, para que ele possa pegar os livros a qualquer hora e em qualquer um dos lugares – afinal, é importante construir um relacionamento com eles. Vale a pena levá-los à biblioteca e feira do livro.


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Educação
Choro manhoso, sem fim, e por vezes – constrangedor, a birra é uma das formas das crianças expressarem o que querem.

Mas o difícil desafio de manter o equilíbrio e acabar com o sufoco, voltando ao status de sossego, cabe aos pais. Só que antes de negociar com os pequenos é preciso entender as birras. Imagine-se sem maturidade suficiente para discernir entre o que é saudável ou não para a sua vida. Você apenas deseja algo que não pode, seja um brinquedo ou comer fora de hora, sair sem dar a mão para ninguém ou simplesmente não querer dormir. A birra começa com a falta de entendimento. Para conseguir driblá-la é preciso que os pais também entendam o seu mecanismo e saibam que nem sempre a criança é teimosa, mas sim, o convencimento não lhe chega de maneira adequada para a idade.

É necessário que os pais e adultos que convivem com uma criança entendam que a sua visão de mundo é completamente diferente, portanto de nada adianta agir com violência, não dar maiores explicações do motivo da negativa ou gritar mais alto que o pequeno. Mas sim, usar de empatia e esforçar-se para compreender o que está por trás da birra a partir da observação e experimentação. Com tentativas que possam vir a solucionar o problema.

Para um adulto pode ser difícil, mas observar o mundo por uma ótica infantil se torna um grande passo para o sucesso do entendimento. Outro passo importante é supor o porquê de o pequeno agir em diversas situações. E o desafio dos pais nessas horas é ter paciência e jogo de cintura para lidar com as cenas de estresse e frustração da criança.

Tentar negociar sendo direto e objetivo costuma surtir efeito. Substituir o ‘não’ que precisa sempre de um porquê por um ‘pare’ em tom imperativo é um modo eficaz de conter episódios desagradáveis. Mas não deixe de mostrar para a criança logo após o que é adequado para aquele momento, assim ela terá um entendimento mais claro do que houve e do motivo para não repetir aquilo.

Outro truque é tentar entender de onde vem a reação para resolver com eficácia. Prestando atenção na criança você saberá o que ela sente na maioria das situações, tendo desta forma a tolerância necessária para cada comportamento e identificar as necessidades. Empatia sempre! E na sequência paciência e muita calma são habilidades necessárias para ajudar a evitar chiliques sem fim. Dialogue toda vez, pois a birra nada mais é do que uma dificuldade de expressão. Quanto mais habituado a conversa desde cedo estiver seu filho, de modo mais fácil ele exprimirá seus sentimentos por meio de verbalizações.  

Crianças emocionalmente mais fortes são criadas quando aprendem desde novinhas a aceitar pequenas frustrações, têm noções de valores como tolerância e o respeito, e são por consequência mais seguras. Mas nada disso se aprende de primeira. É necessário que os pais repitam esses passos até a exaustão! Aprender a ler sinais (fome, sono, frio, canseira) também evita birrinhas indesejadas… Defina até onde seu filho pode ir impondo limites desde muito cedo, assim ele controlará as emoções. Seja firme, direto e claro. Nem sempre sermões fazem efeito. 

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