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Crianças, Educação

Desde a infância o incentivo da leitura é muito importante para que as crianças cresçam com discernimento, sabedoria e conhecimento. Ao ingressar na leitura, os pequenos conhecem outros mundos e desenvolvem suas capacidades imaginativas.

A influência dos pais e educadores nessa fase constrói um sólido e saudável hábito que será carregado pelo resto da vida.

A seguir, estará descrito alguns pontos que servirão para esclarescer a importância da leitura desde a infância. Assim, aprenderemos como conduzir melhor essa atividade na vida dos pequenos. 

O impacto da leitura na vida de uma criança


O hábito de ler cultiva a interação das crianças com o meio ambiente e promove sua compreensão do mundo. Portanto, devemos estimular a familiaridade desde o primeiro ano de vida.

A literatura desperta a criatividade e habilidades diversas, como o aumento da criatividade, da linguagem e do vocabulário. Além disso, pode ser uma forma de apresentar diferentes questões culturais e éticas de uma forma interessante. Dessa forma, as crianças podem compreender melhor o problema e desenvolver facilmente suas emoções. Veja o que você pode fazer para encorajar esse hábito.

Crie uma rotina de leitura

Muitas coisas boas na vida merecem ser um hábito saudável e contribuir para o desenvolvimento pessoal. Portanto, a leitura precisa ser introduzida normalmente no cotidiano das crianças. Portanto, não deve ser imposto e fornecer algo negativo. 

O ideal é começar com trabalhos pequenos e simples para manter a atenção das crianças e respeitar o tempo que conseguem manter o foco. Além disso, preste atenção aos tópicos que eles acham mais interessantes e incentive-os (à sua maneira) a ler essas histórias. 

Pergunte sobre personagens da história e o que aconteceu com eles para que as crianças se sintam mais envolvidas no livro. A hora da leitura deve ser agradável e pode ser uma ótima oportunidade para fortalecer relacionamentos, especialmente para os pais que passam a maior parte do tempo no trabalho.

Conheça os estágios da criança leitora

Muitos fatores afetam o estágio de leitura das crianças, como idade, conhecimento de leitura e maturidade (psicológica e emocional). Sua faixa etária definirá a seleção de trabalhos mais adequada, mas cada criança tem seu próprio desenvolvimento.

No entanto, você pode seguir as seguintes classificações de idade para evitar erros:

De 10 meses a 2 anos: A história deve ser simples, curta e rápida. Além disso, precisa de muitas impressões coloridas atraentes. A diferença pode ser o material utilizado para fazer a obra, como plástico ou tecido, bem como a presença de bonecos e outras interações com os livros.
De 2 a 3 anos: O texto deve ser simples (estático) e o número de palavras é pequeno, mas o enredo pode ser um pouco mais profundo, de preferência relacionado ao dia a dia das crianças. O formato pode ser variado, como livros com canções ou bonecos mais complexos, para que possam lembrar mais facilmente as novas palavras que aprenderão com a leitura.
De 3 a 6 anos: os livros precisam ter histórias elaboradas e que abordam temas relacionados ao convívio familiar e escolar. Nessa fase, já podem ser apresentados quadrinhos e livros com dobradura.

Incentive o contato com os livros

Deve ser exposta aos livros em casa desde a infância, pois só assim as crianças podem conhecer e ter acesso aos livros. São inúmeros os livros adequados para as crianças lerem, com plásticos, texturizados, maleáveis e coloridos. Em casa, o fácil acesso aos livros é importante. Eles podem ser expostos em estantes, centros, em meses ou prateleiras baixas que se ajustam à altura de seu filho, para que ele possa pegar os livros a qualquer hora e em qualquer um dos lugares – afinal, é importante construir um relacionamento com eles. Vale a pena levá-los à biblioteca e feira do livro.


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Educação
Choro manhoso, sem fim, e por vezes – constrangedor, a birra é uma das formas das crianças expressarem o que querem.

Mas o difícil desafio de manter o equilíbrio e acabar com o sufoco, voltando ao status de sossego, cabe aos pais. Só que antes de negociar com os pequenos é preciso entender as birras. Imagine-se sem maturidade suficiente para discernir entre o que é saudável ou não para a sua vida. Você apenas deseja algo que não pode, seja um brinquedo ou comer fora de hora, sair sem dar a mão para ninguém ou simplesmente não querer dormir. A birra começa com a falta de entendimento. Para conseguir driblá-la é preciso que os pais também entendam o seu mecanismo e saibam que nem sempre a criança é teimosa, mas sim, o convencimento não lhe chega de maneira adequada para a idade.

É necessário que os pais e adultos que convivem com uma criança entendam que a sua visão de mundo é completamente diferente, portanto de nada adianta agir com violência, não dar maiores explicações do motivo da negativa ou gritar mais alto que o pequeno. Mas sim, usar de empatia e esforçar-se para compreender o que está por trás da birra a partir da observação e experimentação. Com tentativas que possam vir a solucionar o problema.

Para um adulto pode ser difícil, mas observar o mundo por uma ótica infantil se torna um grande passo para o sucesso do entendimento. Outro passo importante é supor o porquê de o pequeno agir em diversas situações. E o desafio dos pais nessas horas é ter paciência e jogo de cintura para lidar com as cenas de estresse e frustração da criança.

Tentar negociar sendo direto e objetivo costuma surtir efeito. Substituir o ‘não’ que precisa sempre de um porquê por um ‘pare’ em tom imperativo é um modo eficaz de conter episódios desagradáveis. Mas não deixe de mostrar para a criança logo após o que é adequado para aquele momento, assim ela terá um entendimento mais claro do que houve e do motivo para não repetir aquilo.

Outro truque é tentar entender de onde vem a reação para resolver com eficácia. Prestando atenção na criança você saberá o que ela sente na maioria das situações, tendo desta forma a tolerância necessária para cada comportamento e identificar as necessidades. Empatia sempre! E na sequência paciência e muita calma são habilidades necessárias para ajudar a evitar chiliques sem fim. Dialogue toda vez, pois a birra nada mais é do que uma dificuldade de expressão. Quanto mais habituado a conversa desde cedo estiver seu filho, de modo mais fácil ele exprimirá seus sentimentos por meio de verbalizações.  

Crianças emocionalmente mais fortes são criadas quando aprendem desde novinhas a aceitar pequenas frustrações, têm noções de valores como tolerância e o respeito, e são por consequência mais seguras. Mas nada disso se aprende de primeira. É necessário que os pais repitam esses passos até a exaustão! Aprender a ler sinais (fome, sono, frio, canseira) também evita birrinhas indesejadas… Defina até onde seu filho pode ir impondo limites desde muito cedo, assim ele controlará as emoções. Seja firme, direto e claro. Nem sempre sermões fazem efeito. 

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